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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Não é por falta de energia que a Mitsubishi não produzirá carro elétrico no Brasil




Posted: 20 Oct 2010 01:55 PM PDT

A Mitsubishi não tem previsão para produzir ou vender o seu carro elétrico MiEV no Brasil, mas não será por falta de energia, afirmou o presidente Lula ao ser apresentado ao veículo no Palácio do Planalto, lembrando que ontem mesmo inaugurou uma hidrelétrica em Catalão (GO), cidade onde a empresa tem sua fábrica no País. “O Brasil é quase invencível nessa disputa”, disse. O MiEV vem sendo produzido no Japão e três mil unidades do modelo foram exportadas para a França em setembro. A partir do ano que vem será comercializado nos Estados Unidos. O MiEV estará em exposição, na próxima semana, no Salão Internacional do Automóvel, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

O presidente da Mitsubishi no Brasil, Eduardo Souza Ramos, informou a Lula que o grupo investirá R$ 1,1 bilhão, nos próximos cinco anos, para ampliar e modernizar a fábrica no município de Catalão (GO). Lula gostou do carro -- “é muito silencioso” -- mas preferiu não dirigir, porque estava sem a carteira de habilitação, brincou.

“É muito bom. É muito silecioso”, disse o presidente Lula ao batalhão de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas. Ele afirmou não assimiu a direção do carro porque estava sem a carteira de habilitação.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que acompanhou a visita dos executivos da montadora ao presidente Lula, enfatizou a importância do volume de recursos a serem investidos no Brasil, bem como a geração de novos postos de trabalho. Serão oferecidos mais 1,2 mil novos empregos. A área da fábrica será ampliada em um terço. A produção passará de 50 mil unidades para 100 mil carros por ano.

Durante o evento, o presidente Lula conversou com jornalistas, lembrando que o País vive um de seus melhores momentos e que por isso agradece à montadora japonesa por investir ainda mais. “A Mitshubishi está de parabéns. Agradecemos os investimentos que geram mais salários e renda e mais consumidores”, disse ele.

Em diversos momentos, Lula mostrou confiança nas políticas adotadas pelo governo que permitiram, por exemplo, o enfrentamento da crise econômica. Segundo ele, os ministros têm total liberdade de propor quaisquer medidas que façam frente às demandas atuais no mercado interno. Um exemplo, disse, é a valorização do real frente ao dólar. O presidente entende que a queda da moeda norte-americana ocorre em diversos mercados.

“Vamos discutir isso na reunião do G-20″, afirmou.

Fonte:Blog do Planalto

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Efeito tucano: Em 12 anos de privatização, gastos com telefonia triplicam

outubro 14th, 2010 | Autor: Jussara Seixas



Reportagem publicada nesta quinta-feira (14) no www.redebrasilataul.com.br

Passados 12 anos da privatização do setor de telecomunicações, o preço da assinatura básica de telefone passou de R$ 10 para R$ 28,80 – excluídos tributos. O valor atual representa 188% de aumento desde 1998, enquanto a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 118%. Estudos de ONGs que acompanham a questão apontam que o acesso está distante de ser universalizado tanto em telefonia quanto em banda larga. Além disso, o modelo de desestatização não foi capaz de promover concorrência no setor.

O tema foi retomado no debate entre candidatos à Presidência da República de domingo (10). A governista Dilma Rousseff (PT) criticou José Serra (PSDB) por ter sido favorável à venda do sistema Telebrás e de outras estatais à iniciativa privada. O tucano defendeu a medida, alegando que ela foi responsável pela expansão dos serviços. Ele alega que, a venda do patrimônio público permitiu acesso a um serviço mais barato e de melhor qualidade, e sem a medida os brasileiros viveriam na era do “orelhão”.

Porém, estudos apontam que o serviço é caro e a universalização do acesso, um dos critérios fundamentais na hora da concessão, não foi efetivado. Especialistas consideram que o quadro atual revela as perversidades do processo de capitalização conduzido pelo governo Fernando Henrique Cardoso.

“A privatização foi feita para transferir recursos, muitos recursos para a iniciativa privada. E, pior, para a iniciativa privada de países estrangeiros. Esse prejuízo se estende até hoje porque as concessionárias monopolizam as redes de comunicação de dados do Brasil, impedindo a universalização desse serviço”, resume Flávia Lefèvre Guimarães, advogada do Proteste.

Do faturamento total, a assinatura básica responde pela maior fatia dos lucros da Telefônica: 25%. A questão é que o processo de privatização incluiu outra concessão às empresas. Até 2005, elas puderam escolher um setor no qual incluiriam um aumento anual de 9% – o escolhido foram as assinaturas.

Além disso, até aquele ano a correção monetária era feita pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela Fundação Getúlio Vargas que garantiu aumentos bem acima da inflação oficial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no IPCA – índice referência para aumentos salariais dos trabalhadores, por exemplo. Por isso o valor da assinatura aumentou 2,8 vezes.

A advogada do Proteste acrescenta que o lucro obtido com assinaturas, uma concessão pública, é usado pelas empresas para financiar os mercados de banda larga e TV por assinatura, que são privados. Na avaliação da entidade, já somados os impostos, a assinatura básica deveria ficar em R$ 14 – hoje, na média, fica em R$ 40.

Como revela reportagem da Revista do Brasil número 39, o terreno favorável à venda ao setor privado foi preparado três anos antes da privatização, com elevação de 2.000% na assinatura básica – antes, custava o equivalente a R$ 0,44. Ou seja, caiu fortemente o preço de compra da linha, chamado de “taxa de habilitação” e que ultrapassava os R$ 1.000, mas os custos foram compensados em outros itens da conta de telefone.

Além disso, mudou-se habilmente o processo de desestatização, deixando de lado os futuros ganhos que as operadoras teriam com a banda larga. Com isso, o Sistema Telebrás, avaliado em R$ 40 bilhões, acabou negociado por R$ 22 bilhões. Para que se tenha uma ideia, a espanhola Telefónica levou a concessão paulista por R$ 5,7 bilhões. Apenas em 2008, último balanço disponível, o resultado líquido da empresa foi de R$ 2,4 bilhões.

Problemas no modelo

Um pedido da Proteste para a redução do valor da assinatura foi apresentado à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mas, como outras demandas, ainda não há resposta por parte da entidade. A instituição reguladora criadas pelo governo FHC na época da privatização é criticada por parte da sociedade civil organizada. O entendimento é de que a Anatel, que tem em boa parte de seus quadros ex-executivos do “mercado”, é sempre muito favorável aos interesses das empresas, deixando de cumprir seu papel básico de fiscalização.

A regulação dos agentes privados não é a única crítica feita ao modelo. Não foi garantida, por exemplo, a concorrência no mercado. A agência não levou em conta a concentração de forças na hora de aprovar fusões e vendas. Hoje, há basicamente três “players” nas telecomunicações brasileiras: Telefônica/Vivo, Embratel/Claro e Oi/Brasil Telecom.

“Temos na telefonia e na banda larga quase todo o país refém das concessionárias. Na TV por assinatura, dois monopólios, um por satélite e outro por cabo. Na telefonia móvel, onde há de fato uma concorrência, não houve impacto sobre o que deveria haver, que é no preço de tarifas e na qualidade de serviços”, lamentou Diogo Moyses, pesquisador do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), em recente entrevista à Rede Brasil Atual.

As empresas-espelho, que deveriam garantir a concorrência, não se consolidaram, exceção feita à GVT. Eram empresas que não tinham território delimitado nem obrigação de cumprir as metas de universalização de acesso, duas vantagens em relação às concessionárias. Mas, houve desvantagens que acabaram sendo bem mais pesadas para essas empresas. “Se põe uma regra que a empresa-espelho precisa alugar a rede da concessionária e outra de que não pode praticar preço mais baixo que o da concessionária, como vai entrar no mercado?”, avalia Flávia Lefèvre.

Somados

Se não há concorrência na telefonia fixa, tampouco há entre a telefonia móvel e a fixa. A questão é que são as mesmas empresas que atuam nos dois campos. A Claro é ligada à Embratel; a Vivo é controlada pela Telefônica; a Oi e a Brasil Telecom passaram a ser parte de um mesmo grupo. Por falta de empresas, a concorrência fica prejudicada.

Os preços da telefonia fixa não baixam, alijando as classes mais baixas deste serviço que, hoje, deveria estar universalizado. A “teledensidade”, jargão do setor que mede a quantidade de telefones fixos dentro de determinada área, é hoje de 21 linhas a cada cem habitantes na média do país – patamar muito parecido é registrado desde 2001. Mas, segundo a Proteste, estados como o Maranhão têm uma teledensidade inferior a dez linhas por cem habitantes. Há doze milhões de linhas instaladas, mas não contratadas.

“Além de tudo, as concessionárias não querem estimular o tráfego porque, como investem pouco na rede de dados, utilizam a infraestrutura da telefonia fixa para vender o serviço de dados”, acrescenta a advogada do Proteste.

Segundo a Síntese dos Indicadores Sociais, publicada pelo IBGE em setembro, 49,1% dos domicílios têm telefone fixo, índice bem inferior ao registrado na telefonia móvel: 83,1%. A explicação do estudo é simples: “Os dados indicam que os altos custos ainda presentes da telefonia fixa no País, aliado à debilidade de oferta desse serviço em muitas localidades, fez com que a população gradativamente optasse pelo uso da telefonia móvel.”

Para piorar, como as empresas lucram de qualquer maneira, não têm interesse em manter em funcionamento os Telefones de Uso Público (TUPs), brasileiramente conhecido como orelhão. A meta, quando da privatização, era de 7,5 aparelhos a cada mil habitantes. Mas a Anatel, em parceria com as empresas, foi revisando o valor para baixo, e agora já estuda permitir uma densidade de 4,5 telefones por grupo de mil pessoas. O problema é que, segundo a Proteste, 35% dos equipamentos estão quebrados.

A organização avalia que nem mesmo o serviço de celulares se salva. A entidade lembra que 85% das linhas de telefone móvel operam no sistema pré-pago e com recarga média de R$ 5 por mês, os aparelhos conhecidos popularmente como “pais de santo”, porque apenas recebem chamadas, sem a possibilidade de originá-las.

Banda larga

A melhor notícia para as entidades de defesa do consumidor foi a reativação, pelo governo Lula, da Telebrás. A empresa terá, inicialmente, a função de gerir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que visa à universalização do acesso à internet no país.

Mesmo com toda a reclamação das teles, o PNBL começa a sair do papel este ano, em cem cidades-piloto nas quais serão avaliados os critérios para a continuidade do plano, que prevê 40 milhões de domicílios abastecidos por conexão de alta velocidade até 2014. Atualmente, a banda larga brasileira é controlada em sua imensa maioria por três empresas e se insere entre as mais caras e menos eficazes do mundo.

Como as operadoras atuam somente nos locais em que há retorno econômico garantido, apenas 47% dos municípios dispõem de conexão de alta velocidade. Entre as cidades com menos de 100 mil habitantes, 44% não contam com o serviço, mesma situação vista em algumas capitais do norte brasileiro. A Telebrás chegará ao consumidor final apenas nos casos em que não houver interesse do setor privado. Antes disso, a área será oferecida a pequenas e médias empresas.

“A Telebrás foi reestruturada para que o Estado volte a exercer seu papel de gestor das políticas de telecomunicações. O que acontece hoje é que as redes públicas estão servindo ao interesse exclusivo das concessionárias”, conclui Flávia Lefèvre.

sábado, 21 de agosto de 2010

REVOLUÇÃO DIGITAL.




" Prá sua segurança, Se estiver dirigindo, não fale ao telefone"
e pode dar multa !!


Feira de telefonia móvel apresenta soluções para desafios do futuro
Na maior feira mundial do setor de telefonia móvel, fabricantes anunciam padronização de aplicativos, como também se preparam para a explosão da quantidade de dados na telefonia celular.Vinte e quatro empresas de todo o mundo anunciaram uma plataforma única para programas de telefonia celular na abertura do Congresso Mundial de Telefonia Móvel, em Barcelona. Entre elas, estão a alemã Deutsche Telekom, a francesa Orange e a britânica Vodafone.

O objetivo das empresas do ramo é que no futuro os aplicativos para celular funcionem independentemente de fabricantes, operadoras e sistemas operacionais.
No maior encontro mundial do setor, que se realiza até a próxima quinta-feira na cidade catalã, a indústria de telefonia móvel afirmou querer dar mais liberdade a seus clientes para a compra e uso de aplicativos para celular.O objetivo é criar um padrão único para aplicativos da telefonia celular, proporcionando assim uma unificação no mercado", afirmou uma porta-voz da Deutsche Telekom em Barcelona.

Fazem parte da iniciativa também a China Mobile, a japonesa NTT Docomo, a Telecom Italia, a espanhola Telefónica, como também a empresa norte-americana Verizon Wireless.
Segundo dados do próprio grupo de 24 empresas de telefonia, elas englobam três bilhões de clientes em todo o mundo. A iniciativa é apoiada pela GSMA, associação que reúne fabricantes e empresas do setor de telecomunicações, como também por três fabricantes de celulares: LG, Samsung e Sony Ericsson.Os grandes fabricantes de telefones celulares também se preparam para a explosão da quantidade de dados na telefonia celular. Também na segunda-feira, o presidente da Ericsson, Hans Vestberg, advertiu em Barcelona que o "setor ainda subestima o que acontecerá nos próximos dez anos".
O mundo da telefonia móvel está no limiar das redes da próxima geração: smartphones e computadores móveis requerem capacidade de rede bem maior do que no passado. Baixar um vídeo do Youtube corresponde, por exemplo, a 500 mil mensagens de texto.

Nokia Siemens Networks (NSN) espera que já em 2015 a transferência mundial de dados se eleve a 23 exabytes (um exabyte corresponde a um bilhão de gigabytes). "É como se 6,3 bilhões de pessoas baixassem todos os dias um livro digital", afirmou Rajeev Suri, chefe da NSN.
Para ajudar a solucionar o problema, um novo padrão de telefonia celular está sendo mostrado na feira, o LTE (Long Term Evolution). Em Barcelona, a Ericsson mostra uma versão que permite a transmissão de um gigabyte por segundo.

O LTE supera em muito a capacidade de transmissão de redes fixas, das redes UMTS, como também das primeiras plataformas LTE. O novo padrão da Ericsson, no entanto, só deverá estar disponível no mercado a partir de 2014, afirmou um porta-voz da empresa.

Com o crescimento no setor vale a pena aguardar para desfrutar dessas melhorias que virão, fica ai tambem a dica, uma vez que o mesmo cresce assustadoramente, a conhecer melhor e quem sabe vir a fazer parte do mesmo, numa area que tende a crescer cada vez mais.

Até a próxima,Michel Simão.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

"O ônibus gigante chinês"



04/08/2010
O ônibus gigante chinês



Enviado por luisnassif, qua, 04/08/2010 - 14:06

Por Rubem

O futuro é agora: incrível!, fantástico!, extraordinário!

Do Barba e Bigode

Para diminuir trânsito, China terá ônibus gigante com espaço para movimentação de carros

Imagem: Divulgação

A atual tecnologia de ponta existente na China permite que o país visualize soluções criativas para problemas das grandes cidades. Tendo em vista a diminuição do trânsito, a nova aposta é um ônibus gigante que permite a circulação de automóveis sob ele.

A ideia é que o veículo não ocupe o espaço das vias, permitindo maior circulação para carros e motos. A invenção visa também economizar despesas com a construção de metrôs e pontes.

O projeto é desenvolvido pela Shenzhen Huashi Future Car-Parking Equipment, e os primeiros 186 quilômetros dos trilhos devem estar prontos para utilização até o final de 2010, em Mentougou, distrito de Pequim.

O vídeo, que está em mandarim, mostra a apresentação do projeto. É difícil entender o que eles dizem, mas é possível visualizar uma apresentação em 3D do novo transporte. Confira:



(Por Rafael Bergamaschi)
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Postado por celvio

http://contrapontopig.blogspot.com

domingo, 18 de julho de 2010

G1 - Montadoras apostam em aumento de até 6% das vendas em 2010



Fim da redução do IPI e preços não afetarão o mercado, dizem executivos.
Otimismo após crise vem acompanhado de novos investimentos.

Priscila Dal Poggetto Do G1, em São Paulo

Semblantes tranquilos e discursos otimistas. Há um ano, quando a crise financeira mundial abalou a indústria automobilística nacional, o comportamento dos presidentes das principais montadoras do país era exatamente o oposto. Na época, dedos nervosos tentavam traçar saídas para a forte queda das vendas, que despencaram de 239,2 mil unidades em setembro de 2008 para 177,8 mil unidades em outubro do mesmo ano. Agora, com 308,7 mil unidades emplacadas em setembro (nível recorde), os executivos afirmam que o susto passou e apostam em crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves de até 6% no próximo ano, ao considerar que 2009 fechará com 3 milhões de carros licenciados.

O quadro positivo leva em conta o aumento dos preços dos carros, que sofrerão reajustes em breve devido ao fim da redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e ao aumento dos custos de produção.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

CARROS ELÉTRICOS - A CADA DIA MAIS PRÒXIMO DO CONSUMIDOR



Carro elétrico mais próximo do consumidor


Por: EVALDO COSTA


Pode não parecer, mas a cada dia o carro elétrico está mais próximo do consumidor. Está chegando a hora de cuidarmos da infra-estrutura para recebê-lo? Naturalmente, teremos que nos preparar em várias frentes. Temos que cuidar das políticas de desenvolvimento de produtos, tecnologias de motorização, abastecimento, suprimento, regulamentação, rede de distribuição etc. É qual é o melhor momento para começarmos a nos estruturar?


 


O melhor momento é agora. Naturalmente, antes da chegada dele, precisamos contar com um mínimo de infra-estrutura. Quem estiver construindo imóveis, por exemplo, deve se preocupar com tomadas nas garagens. Estacionamentos, públicos e privados, devem possuir tomadas nos boxes, shoppings centers devem adequar seus estacionamentos para que os clientes carreguem as baterias do veículo enquanto fazem compras. Empresas devem ajustar suas instalações para que os seus funcionários recarreguem os carros enquanto trabalham etc.


 


Engana-se quem pensa que tudo isso pode demorar décadas. Nunca houve tanto investimentos para o desenvolvimento do veículo elétrico quanto atualmente. E ele aumenta a cada dia. O resultado é a rápida evolução tecnológica. Para se ter uma ideia, na Maratona de Eficiência Energética de 2009, onde competiram alunos de diversas faculdades do Brasil, o carro elétrico com maior autonomia atingiu 39,6km percorridos. Na última semana, um grupo do Japão denominado Japan EV Club, converteu um Daihatsu Mira, originalmente movido à gasolina, para eletricidade e quebrou o seu próprio recorde mundial, que foi de 550km indo de Tóquio a Osaka, ao completar a viagem de mil km sem recarga.


 


A americana Tesla Motors está trabalhando duro para aumentar a produção de seus carros. A rede de distribuição deles cobre vários estados americanos e já alcança o Canadá e alguns países da Europa. Na última semana, um alto executivo me revelou não ter planos, a curto prazo, para o mercado brasileiro. Mas, isso dependerá de muitos fatores, entre eles a disposição do governo brasileiro em investir para viabilizá-lo.


 


Países como Estados Unidos, Japão, Israel, França, Alemanha, Canadá, Inglaterra, China, Austrália entre outros possuem projetos para subsidiar e desenvolver a produção em massa do veículo elétrico. O Brasil também começa a se mexer. Por aqui, as montadoras que mais investem em veículos elétricos são Fiat, que desenvolve o Palio Elétrico em parceria com a Itaipu Binacional — e a Mitsubishi, cujo modelo i-MiEV já roda em São Paulo para testes.


 


O governo brasileiro precisa dar os primeiros passos visando a adequação nos tributos, homologação do veículo elétrico e estímulo à produção e ao consumidor. Pequenas demonstrações, neste sentido, surgem diariamente em várias partes do planeta. A China, por exemplo, na semana passada, deu um passo para colocar carros 100% elétricos nas ruas. A montadora BYD deu um passo à frente dos concorrentes, colocando uma pequena frota de táxis (seis veículos) elétricos rodando na cidade de Shenzhen (ver http://www.vancouversun.com).


 


Pode parecer uma iniciativa pequena, mas são com esses pequenos experimentos que o carro elétrico ganhará as ruas do planeta, mais cedo do que se espera.


 


Evaldo Costa


Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil


Escritor, consultor, conferencista e professor.


Autor dos livros: "Alavancando resultados através da gestão da qualidade", "Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia" e co-autor do livro "Gigantes das Vendas"


Site: www.evaldocosta.com


Blog: http://evaldocosta.blogspot.com


E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com


 


Perfil do Autor


Evaldo Costa é escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: "Alavancando resultados através da gestão da qualidade", "Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia" e co-autor do livro "Gigantes das Vendas".

(Artigonal SC #2716314)


Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/industria-automotiva-artigos/carro-eletrico-mais-proximo-do-consumidor-2716314.html

quarta-feira, 7 de julho de 2010

SOROCABA - A Cavenaghi, que desenvolve adaptações veiculares para pessoas com deficiência, criou o banco móvel motorizado



Divulgação

16/06/2010 17h10
Cadeirantes

Indústria cria banco de automóvel que vira cadeira de rodas
Ipanema online

A Cavenaghi, que desenvolve adaptações veiculares para pessoas com deficiência, criou o banco móvel motorizado. Segundo informações da empresa, o produto é inédito no mercado nacional e proporciona a entrada e saída do cadeirante no veículo de forma prática e segura.

“Trata-se de um produto versátil, que pode ser utilizado como cadeira motorizada e como um banco de automóvel. Para entrar ou sair do veículo, basta que o usuário tenha a cadeira encaixada na porta de entrada do carro. Deste ponto, o assento da cadeira se desprenderá de sua base e deslizará sobre uma plataforma para dentro do veículo” – explica a assessoria de comunicação da empresa.

Fonte: http://www.jornalipanema.com.br

OLHEM SÓ QUE CURIOSO . . .ANÃO NA FREE WAY . . .

O novo Fusca


O "Besouro brasileiro" vai voltar!
Vamos matar a saudade! Só que agora de maneira mais arrojada, elegante e tecnológica.
A Volkswagen vai lançar sua nova linha do FUSCA, que já foi o mais cobiçado e amado carro Brasileiro; uma verdadeira paixão nacional.
Nos anos 60 e 70; Calça Lee, Rádio de Pilha e Fusca, todo mundo tinha!
Previsão de lançamento no 1º semestre de 2011.


BLOGAMOS - Fotos do novo Volkswagen Passat CC R-Line 2012

A Volkswagen lançou recentemente os novos modelos de clássicos consagrados da sua história, onde podemos citar o Voyage e o Passat, com versões mais potentes e com design bem mais arrojado e esportivo. Claro, o preço também teve um leve reajuste, tornando acessível somente pra quem tem uma grana a mais sobrando.

Em questão de potência e design, o Passat saiu na frente do Voyage, que tem um preço um pouco mais popular, enquanto o outro está na mesma categoria que o Polo e Golf. Então, é natural que os novos modelos saiam cada vez mais caros, como é o caso do novo Volkswagen Passat CC R-Line 2012.

Segundo informações, ele custará em torno de R$ 190 mil no Brasil. um valor extremamente salgado pra quem admira o modelo. Mas, vendo as fotos abaixo, até que dá vontade de fazer uma vaquinha e comprar, não é mesmo?

Fotos do novo Volkswagen Passat CC R-Line 2012

Fotos do novo Volkswagen Passat CC R-Line 2012link : http://blogamos.com/fotos-do-novo-volkswagen-passat-cc-r-line-2012